Autor em Evidência

Meus amigos, é um absurdo o que está acontecendo com esses profissionais. Essa sim deve circular para todos nossos amigos.

Campanha “O AUTOR EM EVIDÊNCIA”.

Com adesão imediata de amigos compositores, dramaturgos e roteiristas, entre outros, Alfa Santos lança em Salvador a campanha “O Autor em Evidência” , que visa mobilizar a classe artística e o público de um modo geral em prol de agregar reconhecimento e melhorias nas formas e condições de arrecadação e distribuição dos direitos autorais, tendo como base a consciência de que é ele, o autor, o responsável pela proposta e o pontapé inicial no surgimento de toda obra. E nos dias de hoje, por praticidade (a qual Alfa Santos denomina de superficialidade) de informação, nem sequer menciona-se o nome desse profissional na apresentação, execução ou divulgação de quaisquer obra, sobretudo a musical, que está tendo em seu consumo um apuro muito menos expressivo.
Ressalte-se ainda que, mesmo parecendo “advogar em causa própria”, o objetivo de Alfa Santos com essa campanha é reconquistar o espaço e o reconhecimento que lhes foram abruptamente tomados por descuidos e insensibilidades na apreciação das obras de arte coletivas, desconsiderando-as como um trabalho de grupo em que (os componentes estando ou não diretamente ligados), seu êxito se deve a um conjunto de contribuições imprescindíveis para o destino irrefutável da mesma.
Contribuição do amigo, compositor Alfa Santos

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

DOM DE EXISTIR

Se, estivesse condicionada, a minha existência, ao teu notar.
Positivamente, existir, eu não iria.
Ou, de existir, demoraria.

Tua atenção, contudo, é voltada para coisas existentes.
Não me notaria, se eu não existisse.
Como, tal impasse existencial, resolver?
Da tua atenção, para existir, Preciso.
Existir, preciso, para tua atenção, ter.

Percebe, tua falta de atenção,
tanto sofrimento me assola,
Percebe, é importante, a tua atenção.

Percebe, sem tua atenção,existo.

Existo porque existo,
Existo por, nada além, do existir.
Sem motivos e sem causas,
Apenas existir.
Dia-a-dia.
Noite-a-noite.
De curva em curva,
De choro em choro,
De chuva em Chuva
Sofro com o açoite.

Por o dom de existir, não fazer parte de mim.
Não se de mim o existir,
Não ser minha a tua atenção.
Não ser ouvido ao chorar por isso,
Não chorar por isso, quando ouvido.

Venha, façamos juntos o que queres,
Queiramos o que quer que façamos.
Atento, atentas, sem atentar me feres.
E ao fim, o fim, o não o sim, dar certo façamos.

                                               Fernando Guedes
                                                   22-02-2013

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O QUE QUERO?

Resolver viver.
Necessidade por mim sentida.
Apesar da falta de interesse na vida,
Não pretendo morrer.

Cavando, fui fundo na minha própria injustiça.
Em pronfundidade lancei-me, desacreditando na justiça.
Seguir os pensamentos, sou impulsionado,
E por mim mesmo maltratado.

Como fazer crer que pretendo viver?
A razão, de mim escondo.
E minha mente depois do coração, pondo,
Vivo sem saber como viver.

Necessito abrir o peito.
Mas, para quê?
Para orientação perita receber
E a mim, outros, tratar com respeito.

O desrespeito parece ser o sol do meu dia.
Preciso tê-lo ao meu redor.
POis mostra-me quem fui e não percebia.
Mas, agora com meu nervosismo derramo suor.

Suor, cansativo ao ser derramado.
Porém, cansado, estou de errar.
Errei contra Jeová e tenho medo de estar desacreditado.
Então, Resolvi acertar.

O acerto neste jogo, significa vida.
Portanto, vamos à arena.
Busquemosum modo de esta dádiva se obtida.

Agora busco a superfície da justiça.
Aprendi a tirar a terra de cima de mim.
A garrafa dos maltratados, tampei com uma cortiça.

O psiquê, depois da decepção, ensina-me a ver.
A razão, a mesclar mente e coração numa decisão.
Éh!, o sofrimento faz-nos aprender a viver.

O compartilhar as dificuldades facilita.
Outros lhe vêm como compatível.
A orientação por mim recebida, mostrou-me - "É bonita".

A compatibilidade agora conheço.
O meu sol se pôs.
Agora o que sou, orgulho-me e melhoras é o que peço.

O acerto estou, melhor, conhecendo.
Aprendendo a me refrescar, para suor, não mais derramar.

             De alguém lá fora, para alguém...

...aqui dentro.

                        Fernando Guedes

terça-feira, 6 de novembro de 2012

SURPREENDENTE


Surpresas,
Agradáveis,
Desagradáveis
Ausências.

domingo, 28 de outubro de 2012

DECISÕES PRIMAVERÍS


Não podemos com nada disso.
Não podemos nada disso.
Não sabemos o que é nada disso.
Não, mais, sabemos o que é tudo isso.

Nós podemos mudar tudo.
Podemos fazer qualquer coisa.
Não sabemos o que fazer.
Qual o poder que temos?

Amigos,
Reunidos, a cerca de uma fogueira.
Rindo das escolhas de outubro,
Divertindo-se com as decisões da primavera.

O que acontecerá,
Não pode-se saber.
O que os aguardará no próximo “quatriênio”.
Dois quintos da década, essa é a consequência.

             Não podemos com nada disso.
             Não podemos nada disso.
             Não sabemos o que é nada disso.
             Não, mais, sabemos o que é tudo isso.
             Nós podemos mudar tudo.
             Podemos fazer qualquer coisa.
             Não sabemos o que fazer.
             Qual o poder que temos?


Mais um biênio se passou.
Amigos reúnem-se.
A escolha certa não é de quem falou.
às más escolhas previnem-se.

Razoável.
Inevitável.
Obrigatório.
Notório.

Razoavelmente obrigatório,
Exercer um direito notório.
Vivemos o inverso,
Do anverso desejado.

Remuneração auto desejada.
Desejo auto remunerado.
Contratação indicada.
Decisão não por mim tomada.

Não podemos com nada disso.
Não podemos nada disso.
Não sabemos o que é nada disso.
Não, mais, sabemos o que é tudo isso.

Nós podemos mudar tudo.
Podemos fazer qualquer coisa.
Não sabemos o que fazer.
Qual o poder que temos?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A POESIA MAIS SIMPLES DO MUNDO

Da vida, fazer o quê?
Enquanto a morte não é vinda,
viver...viver...viver, e viver.


                Eliseu Junior