Autor em Evidência

Meus amigos, é um absurdo o que está acontecendo com esses profissionais. Essa sim deve circular para todos nossos amigos.

Campanha “O AUTOR EM EVIDÊNCIA”.

Com adesão imediata de amigos compositores, dramaturgos e roteiristas, entre outros, Alfa Santos lança em Salvador a campanha “O Autor em Evidência” , que visa mobilizar a classe artística e o público de um modo geral em prol de agregar reconhecimento e melhorias nas formas e condições de arrecadação e distribuição dos direitos autorais, tendo como base a consciência de que é ele, o autor, o responsável pela proposta e o pontapé inicial no surgimento de toda obra. E nos dias de hoje, por praticidade (a qual Alfa Santos denomina de superficialidade) de informação, nem sequer menciona-se o nome desse profissional na apresentação, execução ou divulgação de quaisquer obra, sobretudo a musical, que está tendo em seu consumo um apuro muito menos expressivo.
Ressalte-se ainda que, mesmo parecendo “advogar em causa própria”, o objetivo de Alfa Santos com essa campanha é reconquistar o espaço e o reconhecimento que lhes foram abruptamente tomados por descuidos e insensibilidades na apreciação das obras de arte coletivas, desconsiderando-as como um trabalho de grupo em que (os componentes estando ou não diretamente ligados), seu êxito se deve a um conjunto de contribuições imprescindíveis para o destino irrefutável da mesma.
Contribuição do amigo, compositor Alfa Santos

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

O QUE QUERO?

Resolver viver.
Necessidade por mim sentida.
Apesar da falta de interesse na vida,
Não pretendo morrer.

Cavando, fui fundo na minha própria injustiça.
Em pronfundidade lancei-me, desacreditando na justiça.
Seguir os pensamentos, sou impulsionado,
E por mim mesmo maltratado.

Como fazer crer que pretendo viver?
A razão, de mim escondo.
E minha mente depois do coração, pondo,
Vivo sem saber como viver.

Necessito abrir o peito.
Mas, para quê?
Para orientação perita receber
E a mim, outros, tratar com respeito.

O desrespeito parece ser o sol do meu dia.
Preciso tê-lo ao meu redor.
POis mostra-me quem fui e não percebia.
Mas, agora com meu nervosismo derramo suor.

Suor, cansativo ao ser derramado.
Porém, cansado, estou de errar.
Errei contra Jeová e tenho medo de estar desacreditado.
Então, Resolvi acertar.

O acerto neste jogo, significa vida.
Portanto, vamos à arena.
Busquemosum modo de esta dádiva se obtida.

Agora busco a superfície da justiça.
Aprendi a tirar a terra de cima de mim.
A garrafa dos maltratados, tampei com uma cortiça.

O psiquê, depois da decepção, ensina-me a ver.
A razão, a mesclar mente e coração numa decisão.
Éh!, o sofrimento faz-nos aprender a viver.

O compartilhar as dificuldades facilita.
Outros lhe vêm como compatível.
A orientação por mim recebida, mostrou-me - "É bonita".

A compatibilidade agora conheço.
O meu sol se pôs.
Agora o que sou, orgulho-me e melhoras é o que peço.

O acerto estou, melhor, conhecendo.
Aprendendo a me refrescar, para suor, não mais derramar.

             De alguém lá fora, para alguém...

...aqui dentro.

                        Fernando Guedes

terça-feira, 6 de novembro de 2012

SURPREENDENTE


Surpresas,
Agradáveis,
Desagradáveis
Ausências.

domingo, 28 de outubro de 2012

DECISÕES PRIMAVERÍS


Não podemos com nada disso.
Não podemos nada disso.
Não sabemos o que é nada disso.
Não, mais, sabemos o que é tudo isso.

Nós podemos mudar tudo.
Podemos fazer qualquer coisa.
Não sabemos o que fazer.
Qual o poder que temos?

Amigos,
Reunidos, a cerca de uma fogueira.
Rindo das escolhas de outubro,
Divertindo-se com as decisões da primavera.

O que acontecerá,
Não pode-se saber.
O que os aguardará no próximo “quatriênio”.
Dois quintos da década, essa é a consequência.

             Não podemos com nada disso.
             Não podemos nada disso.
             Não sabemos o que é nada disso.
             Não, mais, sabemos o que é tudo isso.
             Nós podemos mudar tudo.
             Podemos fazer qualquer coisa.
             Não sabemos o que fazer.
             Qual o poder que temos?


Mais um biênio se passou.
Amigos reúnem-se.
A escolha certa não é de quem falou.
às más escolhas previnem-se.

Razoável.
Inevitável.
Obrigatório.
Notório.

Razoavelmente obrigatório,
Exercer um direito notório.
Vivemos o inverso,
Do anverso desejado.

Remuneração auto desejada.
Desejo auto remunerado.
Contratação indicada.
Decisão não por mim tomada.

Não podemos com nada disso.
Não podemos nada disso.
Não sabemos o que é nada disso.
Não, mais, sabemos o que é tudo isso.

Nós podemos mudar tudo.
Podemos fazer qualquer coisa.
Não sabemos o que fazer.
Qual o poder que temos?

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

A POESIA MAIS SIMPLES DO MUNDO

Da vida, fazer o quê?
Enquanto a morte não é vinda,
viver...viver...viver, e viver.


                Eliseu Junior

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

REBENTO

Hoje acordei,
Não dormi em nenhum momento.
Hoje despertei,
Não para, que muito desconhecia,
a vida, e apresentado não fui.

Hoje adormecido,
Para o que quero,
Não vi o amor nascer,
Conhecer não mais preciso.
Mas, o vi acordar.

Com muita força, Com muita graça,
segurastes minha mão.
sorristes para mim.
Não mantive, agora sim vejo,
Meu poder. Que não tenho algum.
Que poder?

Rebuscada, deixou minha vida.
Assetou-se comigo, o marasmo não mais.
Do espetáculo de tua vida, quando
Abriram-se as cortinas,
sorri muito.
Na sala de projeção,
Alegrei-me muito, quando as luzes,
para o teu viver,
apagaram-se.

O teu início,
Para mim,
Tornou-se o meu início.
Não tinha,
mais alegria motivada
Assim, a mais motivada alegria,
tornou-se você.

                      Fernando Guedes